sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
Criei esse blogger na intenção de colocar aqui somente coisas boas, compartilhar momentos de alegria, registrar minhas emoções em cada fato que acontecesse, mas estive pesando. Não há somente coisas boas em nossa vida e na minha não é diferente.
Sou uma pessoa cheia de defeitos, às vezes estou tão triste que choro, me sinto cansada, meus membros doem e me pergunte. Porque isso? Eu não sei! Isso mesmo! Não sei dizer, são coisas minhas e quero compartilhar, colocar isso para fora, assim me sinto melhor, meu corpo respira mais tranquilamente, meus membros relaxam, é como uma libertação.
Me pego, às vezes pensando, penso demais, sou um ser que possui uma mente viajante, viaja para muito longe, porém, quando volto, tenho quase certeza de que sou uma estranha vivendo em um mundo desconhecido e medonho.
Ahhhhh. Como é bom desabafar comigo mesma!
domingo, 19 de janeiro de 2014
sábado, 18 de janeiro de 2014
Sempre fui uma pessoa muito quieta, presto muita atenção em tudo, sobre tudo, penso que me descobri, porém às vezes me transformo, não sou mais quem eu era, me pego em devaneios, minha atenção se esvai. Não me entendo!
Espero aprender cada dia mais, sobre tudo, conhecimento é importante e a pouco tempo descobri que devo ter pensamentos positivos, isso é importante. Muito importante!
Descobri que sim, as palavras tem poder e sempre atraímos para nós aquilo que nossa boca profana. Quer algo? Persista! Diga que já é seu e conseguirá, viva como se já tivesse aquilo que sonha, sinta em cada pedaço do seu ser, peça e sinta coisas boas e elas virão. Não tenha dúvida. Eu não tenho e luto todos os dais para realizar o que é meu, mas que ainda é um sonho, contudo esse sonho está reservado, foi feito para mim, está em algum lugar e eu vou buscá-lo.
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
Se eu falasse todas as línguas, as dos homens e as dos anjos, mas não tivesse amor, seria como um bronze que soa ou um címbalo que retine.
Se eu tivesse o dom da profecia, se conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, se tivesse toda a fé, a ponto de remover montanhas, mas não tivesse amor, nada seria.
Se eu gastasse todos os meus bens no sustento dos pobres e até me fizesse escravo, para me gloriar, mas não tivesse amor, de nada me aproveitaria.
O amor é paciente, é benfazejo; não é invejoso, não é presunçoso nem se incha de orgulho; não faz nada de vergonhoso, não é interesseiro, não se encoleriza, não se alegra com a injustiça, mas fica alegre com a verdade. Ele desculpa tudo, crê tudo, espera tudo, suporta tudo.
O amor jamais acabará. As profecias desaparecerão, as línguas cessarão, a ciência desaparecerá.
Com efeito, o nosso conhecimento é limitado, como também é limitado nosso profetizar. Mas quando vier o que é perfeito, desaparecerá o que é imperfeito.
Quando eu era criança, falava como criança, pensava como criança, raciocinava como criança. Quando me tornei adulto, rejeitei o que era próprio de criança. Agora nós vemos num espelho, confusamente, mas, então veremos face a face. Agora, conheço apenas em parte, mas, então, conhecerei completamente, como sou conhecido.
Atualmente permanecem estas três: a fé, a esperança, o amor. Mas a maior delas é o amor.
Se eu tivesse o dom da profecia, se conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, se tivesse toda a fé, a ponto de remover montanhas, mas não tivesse amor, nada seria.
Se eu gastasse todos os meus bens no sustento dos pobres e até me fizesse escravo, para me gloriar, mas não tivesse amor, de nada me aproveitaria.
O amor é paciente, é benfazejo; não é invejoso, não é presunçoso nem se incha de orgulho; não faz nada de vergonhoso, não é interesseiro, não se encoleriza, não se alegra com a injustiça, mas fica alegre com a verdade. Ele desculpa tudo, crê tudo, espera tudo, suporta tudo.
O amor jamais acabará. As profecias desaparecerão, as línguas cessarão, a ciência desaparecerá.
Com efeito, o nosso conhecimento é limitado, como também é limitado nosso profetizar. Mas quando vier o que é perfeito, desaparecerá o que é imperfeito.
Quando eu era criança, falava como criança, pensava como criança, raciocinava como criança. Quando me tornei adulto, rejeitei o que era próprio de criança. Agora nós vemos num espelho, confusamente, mas, então veremos face a face. Agora, conheço apenas em parte, mas, então, conhecerei completamente, como sou conhecido.
Atualmente permanecem estas três: a fé, a esperança, o amor. Mas a maior delas é o amor.
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