quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Olá pessoa imaginária, posso contar umas coisas a você? Sim? Ok, vem comigo então.
Sabe quando você acha que tudo o que você acredita talvez seja falso? Quando você pensou que aquilo seria verdade e descobre que não é, quando você achou que aquela pessoa era perfeita e que você, desta vez, podia confiar, mas quando vê, a pessoa que você nutria tanta confiança talvez não seja tão de confiança assim. Que pena!
Em que ou em quem então, devo acreditar?  Já nem sei mais. Estou confusa demais. Porque as pessoas que se acham perfeitas, falam que não é certo fazer uma tal coisa, pois prejudicaria seu próximo, mas elas mesmas fazem? Isso é hipocrisia! Não acha, pessoa imaginária? Como podem falar algo sem ter plena certeza, sem ter presenciado o fato e se acharem melhor por isso? Só sei que não quero ser assim, como essas pessoas que se acham melhores que outras. Quem eu sou? Olhe para mim! Não sou nada, apenas uma garota cheia de dúvidas, só estou procurando uma lugar que eu possa chamar de meu, aquele que ninguém tenha colonizado antes para que eu não sofra com opiniões mesquinhas.
Sabe qual o meu problema? Talvez seja que eu leve as coisas muito a sério, ao pé da letra, talvez o mundo seja feito de mentiras, realidades falsas, nas quais um dia acreditei serem verdades, fui metódica demais, comedida ao extremo, mas hoje vejo que vivi demais, mentiras inventadas.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Oi. tudo bem? Pode me ajudar? Por favor me dê um conselho! Diga que há uma solução, Estou me sentindo muito perdida, sabe.
Não consigo explicar o que sinto agora, tentei abusar daquilo que me faz esquecer as agonias da vida, no entanto, não adiantou, não estou vendo saída. Agora tudo dói, todo esse cansaço e me pergunto porque e para que tudo isso, se não há quem se importe com isso, sou só mais uma ou talvez a única. Será? Não consigo nem respirar direito, está tudo lento, perdido em um emaranhado de seres que se batem, não se entendem, não se aceitam, seres que se culpam. O que eu faço?
Eu só queria um espaço, aquele com o qual sonhava e sonhei durante quase toda a minha vida. Estranho, eu era sem vida porque ela não existia, pensava que o que há agora é o que realmente seria vida, estou passando por ela, por aquilo que chamei um dia de vida e nunca me senti tão morta, não há nada mais sem vida que o aqui, do que o agora. Tenho medo de não conseguir me levantar, me entregar e acreditar nessa morte.